Ansiedade Não é Sinônimo de Felicidade Como Seu Uso Errado Afeta Nosso Cérebro

Ansiedade Não é Sinônimo de Felicidade Como Seu Uso Errado Afeta Nosso Cérebro

"Entenda como chamar entusiasmo de ANSIEDADE pode confundir seu cérebro e prejudicar sua saúde emocional."

Você já ouviu alguém dizer "estou ansioso para o fim de semana" ou "essa novidade me deixou tão ansioso"? Embora pareça inofensivo, esse uso equivocado da palavra "ansiedade" tem implicações profundas na forma como percebemos nossas emoções e influencia até mesmo o funcionamento do cérebro. Neste artigo, vamos explorar como a neurociência explica esses fenômenos e por que é crucial usar a linguagem emocional de forma consciente. 

O Papel da Neurociência no Uso Correto da Linguagem

A forma como nomeamos nossas emoções não é apenas uma questão de semântica, ela molda diretamente como nosso cérebro processa e interpreta essas emoções. Quando usamos a palavra "ansiedade" para descrever sentimentos positivos ou neutros, estamos ensinando nosso cérebro a associar ansiedade a algo que não é necessariamente negativo. Isso pode ter consequências significativas no funcionamento cerebral.

Neuroplasticidade e Condicionamento Emocional

O cérebro humano é altamente plástico, ou seja, ele se adapta e reorganiza suas conexões com base em experiências, linguagem e comportamentos repetidos. Quando dizemos "estou ansioso para o evento", estamos condicionando nosso cérebro a interpretar esse estado emocional como algo relacionado à ansiedade, mesmo que a situação seja positiva.

Um estudo publicado no Journal of Neuroscience (2018) demonstrou que a linguagem emocional pode alterar a atividade cerebral. Pesquisadores observaram que palavras associadas a emoções negativas, como "ansiedade", ativam regiões cerebrais ligadas ao medo e ao estresse, como a amígdala. Quando usamos "ansiedade" para descrever estados positivos, estamos criando uma confusão neural que pode dificultar a distinção entre emoções saudáveis e patológicas.

Ativação da Amígdala e Resposta de Estresse

A amígdala, uma estrutura cerebral responsável por processar medo e alerta, desempenha um papel central na resposta de ansiedade. Quando associamos "ansiedade" a situações positivas, podemos ativar desnecessariamente a amígdala, preparando o corpo para lidar com uma ameaça que, na verdade, não existe.

Pesquisas realizadas pela Universidade de Stanford (2019) mostraram que pessoas que rotulam erroneamente emoções positivas como "ansiedade" apresentam maior atividade na amígdala em situações cotidianas. Esse padrão pode contribuir para um estado mental mais suscetível à ansiedade crônica, mesmo em contextos não ameaçadores.

Normalização de Respostas de Luta ou Fuga

Ao usar "ansiedade" para descrever entusiasmo ou expectativa positiva, estamos condicionando nosso cérebro a interpretar estados de excitação (como os causados pela dopamina) como sinais de perigo ou desconforto. Isso pode levar a uma maior sensibilidade a situações cotidianas, tornando o indivíduo mais propenso a experimentar respostas de "luta ou fuga" em momentos inapropriados.

Um estudo conduzido pela Universidade de Yale (2020) revelou que a forma como nomeamos nossas emoções influencia diretamente como as vivenciamos. Pessoas que rotulam erroneamente emoções positivas como "ansiedade" têm maior probabilidade de experimentar respostas físicas de estresse, como aumento da frequência cardíaca e sudorese (produção de suor), mesmo em situações seguras.

Consequências do Uso Equivocado da Palavra "Ansiedade"

Embora a neurociência seja o foco principal, é importante destacar como o uso incorreto da palavra "ansiedade" impacta a saúde mental e a sociedade como um todo. Esses pontos são complementares e reforçam a necessidade de uma linguagem emocional precisa.

Minimização dos Transtornos de Ansiedade

Quando dizemos "estou ansioso para o evento", estamos banalizando a experiência de quem realmente sofre com transtornos de ansiedade. Esses transtornos incluem condições graves, como:

  • Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
  • Transtorno do Pânico
  • Fobias Específicas
  • Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos de ansiedade afetam cerca de 264 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo uma das condições de saúde mental mais prevalentes globalmente.

Um estudo da Universidade de Harvard (2020) mostrou que 60% das pessoas que relatam sentir "ansiedade" em situações cotidianas não atendem aos critérios diagnósticos para transtornos de ansiedade, mas ainda assim usam o termo de forma indiscriminada.

Impacto na Conscientização

Essa confusão linguística reduz a conscientização sobre a gravidade dos transtornos de ansiedade. Pessoas que realmente precisam de ajuda podem se sentir menos validadas ou compreendidas, o que pode agravar seu sofrimento. Além disso, o uso equivocado da palavra "ansiedade" pode dificultar o reconhecimento precoce de sintomas e a busca por tratamento adequado.

Como Usar as Palavras Corretamente?

Para evitar confusões e promover uma melhor compreensão, aqui estão algumas sugestões práticas:

Use "ansiedade" apenas quando se referir a sentimentos de preocupação, medo ou desconforto.
Para expressar entusiasmo ou expectativa positiva, prefira palavras como "animado", "empolgado", "esperançoso" ou "feliz".

Exemplo correto:

Errado: "Estou ansioso para a festa!"
Certo: "Estou animado para a festa!"

Para Finalizar

O uso equivocado da palavra "ansiedade" não é apenas um problema semântico; ele tem implicações profundas no funcionamento do cérebro e na saúde mental coletiva. A neurociência nos mostra que o cérebro aprende com a linguagem que usamos, e associar "ansiedade" a estados positivos pode condicionar nosso cérebro a interpretar emoções saudáveis como desconfortáveis ou ameaçadoras.

Promover o uso correto dessas palavras é essencial para aumentar a conscientização sobre a saúde mental e garantir que aqueles que realmente sofrem com a ansiedade patológica recebam o reconhecimento e o suporte adequados.

Compartilhe este texto para ajudar outras pessoas a entenderem a diferença e a importância de usar as palavras de forma consciente!

Referências:

  • Journal of Neuroscience (2018) - The Role of Language in Emotional Processing
  • Universidade de Stanford (2019) - Amygdala Activation and Stress Responses
  • Universidade de Yale (2020) - The Impact of Emotional Labeling on Brain Function
  • Organização Mundial da Saúde (OMS) - Global Burden of Anxiety Disorders
  • Universidade de Harvard (2020) - Misuse of the Term "Anxiety" in Everyday Language

 

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Flávio
Flávio Moura
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Patricia Anjos

Patricia Anjos

Parabéns pelo artigo Flávio, realmente sem perceber estamos usando a palavra ansiedade no automático e de forma incorreta até com situações que meus filhos vivenciam, agora vou avaliar melhor a situação antes de sair falando.
★★★★★DIA 12.10.25 15h57RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Obrigado pela sua contribuição. É muito bom saber que podemos ajudar mais e mais pessoas a buscarem pequenos passos para serem melhores e mais realizadas. É assim que as grandes mudanças começam. Parabéns pela decisão!


 


Grande abraço.


 
★★★★★DIA 20.10.25 17h15RESPONDER
N/A

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Aline Mara Carolino Kawamura

Aline Mara Carolino Kawamura

Achei interessantíssimo este artigo, conteúdo super válido para uma linguagem que realmente é natural no nosso dia a dia, valeu Flávio Moura pelo esclarecimento e nos proporcionar esta leitura de maneira objetiva e prazerosa. Adorei!
Aline Mara
★★★★★DIA 10.10.25 22h30RESPONDER
Flávio Moura

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Paulo de Jesus

Paulo de Jesus

Excelente material. Que possamos ter cuidado com nos mesmos, evitar nos sabotar. Fiquei empolgado com o conteúdo. Parabéns pela abordagem e a dinamica que trouxe.
★★★★★DIA 09.10.25 21h20RESPONDER
Flávio Moura

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Rose Pimenta

Rose Pimenta

Achei boa a explicacao porque as palavras tem o poder tanto de nos beneficiar quanto nos prejudicar, então sempre bom saber colocar a palavra correta para o que estamos sentindo em cada momento de nossa vida.
★★★★★DIA 07.10.25 16h49RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Muito bom ver essa sua contribuição aqui Rose. Muito obrigado.


A busca é essa mesmo, que possamos refletir, entender e decidir em dar passos.


Grade abraço


 
★★★★★DIA 07.10.25 16h54RESPONDER
N/A

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Alessandra Menale Bannwart

Alessandra Menale Bannwart

Realmente… já usei muitas vezes a palavra ansiedade onde deveria ser de entusiasmo. Vou me policiar em relação a isso
★★★★★DIA 08.10.25 00h46RESPONDER
N/A

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Flávio Moura

Flávio Moura

É isso aí Ale, refletir e tomar decisões que nos façam melhores. Parabéns pela decisão e obrigado por compartilhar.


 


Grande abraço


 
★★★★★DIA 08.10.25 06h55RESPONDER
N/A

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Gabriel Bina

Gabriel Bina

Olá Flavio, gostei da matéria. Estou fazendo um curso de Counseling (Escuta Terapêutica) e justamente estudando emoções, sentimentos,afetos e a influência de tudo isso em nosso cérebro, em nossa vida e em nossas decisões....obrigado por partilhar...Deus abençoe!
★★★★★DIA 06.10.25 22h51RESPONDER
N/A

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Flávio Moura

Flávio Moura

Obrigado padre Gabriel pelas palavras e a constante busca por evolução nessa sua árdua vivência de evangelização.


Se puder deixar uma contribuição, leia o livro Os Temperamentos - Conhece-te a ti mesmo - Conrad Hock. Acredito que vai contribuir.


Obirgado pela sua contribuição e grande abraço.


 
★★★★★DIA 07.10.25 16h53RESPONDER
N/A

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Kamila Bueno

Kamila Bueno

Excelente matéria!!!
Adoro assuntos relacionados a neurociência, PNL muitos outros, ligados a comportamentos etc...!!!
Grande e fraterno abraço meu amigo!!
★★★★★DIA 06.10.25 18h41RESPONDER
N/A

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Flávio Moura

Flávio Moura

Eu que lhe agradeço pelo carinho de deixar sua contribuição


Fraterno abraço


 
★★★★★DIA 07.10.25 16h45RESPONDER
N/A

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Simone Garcia

Simone Garcia

Que reflexão necessária, vivemos no automático e não paramos para pensar e muito menos como falamos .
★★★★★DIA 06.10.25 15h41RESPONDER
N/A

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Flávio Moura

Flávio Moura

Exatamente Simone, e reconhecer já um bom passo para uma reflexão de mudança e do como fazer.


 


Muito obrigado


 
★★★★★DIA 07.10.25 16h45RESPONDER
N/A

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ALEXANDRE CELICO

ALEXANDRE CELICO

Muito interessante a matéria.
Problemas atuais que todos enfrentamos
★★★★★DIA 06.10.25 15h38RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Obirgado Xade por sua contribuição. Espero que realmente possa trazer as pessoas pelo menos para uma reflexão... acredito que já irá ser um passo.


Grande Abraço


 
★★★★★DIA 07.10.25 16h44RESPONDER
N/A

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Murilo do Prado Santos

Murilo do Prado Santos

Boa tarde! Meu caro Flávio. Muito importante esse assunto. Minha contribuição como alguém que sofreu muito com transtornos de ansiedade e hoje controlo isso com terapia e exercícios além de medicação é que a ansiedade tem de ser tratada como algo muito sério e que nos momentos de crise falar que tudo vai ficar bem não funciona pois o cérebro está confuso e nervoso. No meu caso aprender a condicionar meu cérebro de que eu estou no controle da situação e não a ansiedade me ajuda muito a vencer isso


 
★★★★★DIA 06.10.25 15h04RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Nossa Murilo, meu irmão, muito mais que um artigo, um testemunho é muito importante e traz um peso enorme para esse descuido semântico que as pessoas comentem e não percebem o mau que podem estar causando no médio e longo prazo.


 


Muito obrigado pela sua contribuição. Era traz um peso enorme nesse conteúdo e no meu propósito.


 


Grande abraço


 
★★★★★DIA 06.10.25 15h13RESPONDER
N/A

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João Fernandes

João Fernandes

Estou ansioso para a próxima matéria! Kkkk

Parabéns pela matéria e por empunhar essa bandeira sobre o poder positivo e negativo das palavras.
★★★★★DIA 06.10.25 13h26RESPONDER
Flávio Moura, Fernando DIAS

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Flávio Moura

Flávio Moura

Animado e esperançoso, né? 


Sim, o poder do que falamos é inegavelmente alto e imperceptível, quando não conduzido de maneira positiva, suas consequências virão.


 


Obrigado João pelas suas palavras, pois sei que tanto você quanto seus irmãos, através da Planna, fazem um grande trabalho para melhorar a saúde e qualidade de vida de muitos empresários.


 
★★★★★DIA 06.10.25 15h20RESPONDER
Fernando DIAS

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Mercia Regina Santana Santana

Mercia Regina Santana Santana

Flávio ,parabéns pelo texto. É gritante nos dias atuais. Creio que a nossa sociedade necessita muito refletir sobre o assunto. A ansiedade nos causa desconforto e ,de fato, é muito perigosa à saúde emocional. Falo por mim. Sorte que tenho consciência disso.
★★★★★DIA 06.10.25 11h44RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Ohh Mércia, que delícia ver sua contribuição aqui, uma pessoa que estimo tanto e amiga de muitas décadas.


 


Realmente nossa sociedade precisade ajuda.


 


Muito obrigado


 
★★★★★DIA 06.10.25 15h17RESPONDER
N/A

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Angela Barbosa

Angela Barbosa

Material de ótima importância para a vida.
★★★★★DIA 06.10.25 11h33RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Obrigado Angela pelas palavras. Espero que traga mesmo muita contribuição para muitas pessoas.


 


Grande abraço


 
★★★★★DIA 06.10.25 15h15RESPONDER
N/A

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Rogerio Godoy Princiotti

Rogerio Godoy Princiotti

Flavio, gostei muito do artigo me ajudou e fez refletir.
Acredito que a semântica é fundamental, pois cada palavra carrega um peso e um sentido que vai além do simples ato de falar. Muitas vezes usamos “o termo ansiedade” de maneira equivocada, concordo com seu artigo realmente tem implicações profundas no funcionamento do cérebro e na saúde mental quando na verdade deveriamos utiliza-las com expressões de entusiasmo, animado, motivado, etc. Essa diferença, ainda que pareça pequena, muda completamente a forma como nos expressamos, enviando informações ao nosso subconsciente, eu por exemplo sempre que alguém me pergunta como estou, costumo responder “estou ótimo”, faço isso porque acredito que as palavras têm sua energia e acabam transmitindo positividade. Essa escolha consciente do vocabulário é muito valiosa no reflexo da saúde mental.
Excelente seu artigo, parabéns.
★★★★★DIA 03.10.25 22h12RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Obrigado meu amigo, você sempre contributivo e muito assertivo em suas palavras. Espero que muitas pessoas também acessem os comentários desse artigo para que possam reforçar o conteúdo aqui trazido.


 


Grande e fraterno abraço.


 
★★★★★DIA 06.10.25 07h42RESPONDER
Ester Perez

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Vinicius Fernandes

Vinicius Fernandes

Matéria incrível e conteúdo extremamente necessário!
★★★★★DIA 02.10.25 06h13RESPONDER
N/A

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Flávio Moura

Flávio Moura

Obrigado Vini pelo seu tempo e pelas suas palavras. Vamos fazer esse conteúdo chegar a muitas pessoas e que elas possam se beneficiar dele.


 


Grande Abraço


 
★★★★★DIA 02.10.25 11h23RESPONDER
N/A

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Hivaldo Nascimento

Hivaldo Nascimento

Muito relevante e interessante a matéria Flávio . Parabéns!! Grande abraço
★★★★★DIA 01.10.25 14h28RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Obrigado pelas palavras. Que possamos continuar contribuindo para uma sociedade melhor.


 
★★★★★DIA 01.10.25 17h13RESPONDER
N/A

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Johnross Jones lima

Johnross Jones lima

Excelente matéria, nos ajuda a entender o quanto a nossa forma de se expressar impacta em nossas vidas. Parabéns!!!
★★★★★DIA 01.10.25 13h07RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Obrigado John, seu insight é muito positivo para reforçar meu propósito.


 
★★★★★DIA 01.10.25 17h08RESPONDER
N/A

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Katia Dragoni

Katia Dragoni

Parabéns pelo conteúdo rico e obrigada por dividir conosco. As vezes as pessoas não percebem que as palavras negativas estão permitindo que o cérebro fixem padrões que as deixam mais infelizes e ansiosas, na minha palestra ensino como a prática da gratidão pode reprogramar o cérebro e fazer ele entender que há razões para se sentir bem. Pesquisas de Harvard comprovam que a prática da gratidão libera dopamina que é um neurotransmissor que leva a mensagem do cérebro para o corpo e que é um remédio poderoso para promover o bem estar. Parabéns !!!!!
★★★★★DIA 01.10.25 13h06RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Excelente ponto de vista Katia. Obrigado pelas suas palavras que corroboram a importância de olharmos de forma mais positiva para as questões que muitas vezes estamos no automático.


 


Muito obrigado


 
★★★★★DIA 01.10.25 17h11RESPONDER
N/A

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Alison Gonçalves de Moraes

Alison Gonçalves de Moraes

Nossa, muito legal Flávio, eu sempre ouvi que as palavras tem poder, e é isso mesmo, não imaginava que isso acontece no cérebro.
Muito obrigado pelo conteúdo, amigo.
★★★★★DIA 01.10.25 12h28RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Obrigado a você pelas palavras e que muitas pessoas em Minas possam ter acesso a esse conteúdo, tendo assim a possibilidade de mudar seu comportamento.


 


Grande abraço


 
★★★★★DIA 01.10.25 16h02RESPONDER
N/A

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Cesar Macedo

Cesar Macedo

Excelente esclarecimento, essa leitura nos mostra o efeito que o uso de uma linguagem equivocada pode resultar em sentimentos indesejados.
★★★★★DIA 01.10.25 12h08RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Grande César, muito obrigado pelas suas palavras. Espero que possa realmente ressoar a muitas e muitas pessoas.


 
★★★★★DIA 01.10.25 15h59RESPONDER
N/A

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Daniella Lima

Daniella Lima

First, congratulations on the article! I think your article is a possibility for us to understand and comprehend how simple words and simple attitudes interfere with the way we think and act.
And I think it is very interesting, because you prove your idea, and you talk about how we can change this habits.
★★★★★DIA 17.09.25 22h01RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Wow.. Dani... That's amazing... you make me very proud... a 16-year old with this attitude... You really caught me with no words!!!


 


Thank you for your kind words and the attitude!!

★★★★★DIA 18.09.25 07h48RESPONDER
N/A

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Paloma Souza

Paloma Souza

Muitas vezes já me peguei tentando me corrigir nas falas do dia a dia. A partir de agora, em vez de dizer “estou ansiosa por algo bom”, vou procurar dizer “estou animada”. Percebo como esse uso acaba sendo quase automático! Nas sessões de terapia isso fica ainda mais evidente, principalmente quando preciso diferenciar um sentimento positivo de algo que eu costumava rotular como ansiedade. Também já senti fisicamente o peso da ansiedade nas amígdalas, por isso seu artigo fez tanto sentido para mim. Me identifiquei muito com o conteúdo e já estou compartilhando com amigos. Obrigada por trazer esse alerta tão necessário!
★★★★★DIA 17.09.25 21h49RESPONDER
N/A

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Flávio Moura

Flávio Moura

Muito obrigado a você por ter compartilhado sua experiência e mudança de comportamento para estabelecer uma atitude mais positiva. Muitas pessoas podem achar esse fato banal, mas para quem conhece um pouco de neurociência e comportamento humano sabe que a médio e longo prazo as consequências podem pesar bastante.


Quem tiver a oportunidade de ler seu comentário vai com certeza parar e olhar para dentro de si, pois você trouxe algo concreto, seu, sua experiência, isso traz bastante reflexão.


 


Muito obirgado pela sua contribuição!!

★★★★★DIA 18.09.25 08h00RESPONDER
N/A

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Mary Morgado

Mary Morgado

Flavio!!! Parabéns!!! Concordo plenamente com sua colocação. Como psicanalista lacaniana, ressalto que as palavras não são neutras: elas carregam significantes que estruturam o sujeito no discurso. Quando usamos o termo “ansiedade” para nomear estados positivos como motivação ou entusiasmo, corremos o risco de esvaziar seu peso clínico e de confundir aquilo que, no campo do sofrimento psíquico, merece escuta e cuidado. Por isso, a precisão na escolha das palavras é fundamental — tanto no cotidiano quanto na clínica.

★★★★★DIA 17.09.25 21h28RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Sensacional sua colocação e contribuição Mary!


Esse tema vinha me incomodando há algum tempo já e foi no final de semana que me veio o insight para externar isso e poder contribuir para uqe nossa sociedade não se torne ainda mais doente do que já está.


Vindo de pessoas com grande expertise no assunto como você, esse tema pode ter ainda mais peso a levar muito mais pessoas a refletirem e ter a oportunidade de mudar seu comportamento.


 


Muito obrigado!

★★★★★DIA 18.09.25 07h53RESPONDER
N/A

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Luciana Silva

Luciana Silva

Acho interessante essa relação entre linguagem e ansiedade e concordo com o que trouxe. Como psicóloga, posso dizer que trabalho bastante isso com meus pacientes: a forma como nomeamos nossas emoções influencia diretamente como as vivemos. Quando chamamos de “ansiedade” aquilo que poderia ser “empolgação” ou “expectativa”, acabamos reforçando interpretações negativas do próprio corpo e até aumentando o sofrimento.

Ao mesmo tempo, é importante diferenciar: ansiedade também pode ser adaptativa — nos prepara para agir. Só se torna um transtorno quando passa a gerar prejuízos. Esse equilíbrio é essencial em um processo de psicoterapia.

Flávio, seu texto foi super didático e acessível, ótimo para pensar em momentos com significado.
★★★★★DIA 17.09.25 07h48RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Muito obrigado pela sua contribuição Luciana, principalmente por vir de uma pessoa com alta expertise em Psicologia e Neurociência, isso reforça meu compromentimento com o comportamento humano. É muito bom termos pessoas que possam nos ajudar a quebrarmos barreiras e estigmas e nos tornarmos cada vez melhores.


 


Muito obrigado

★★★★★DIA 17.09.25 10h58RESPONDER
N/A

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Eliseu José Vasconcelos loureiro Loureiro

Eliseu José Vasconcelos loureiro Loureiro

Sempre compreendi que ansiedade não é positivo sempre negativo porém quando falo sobre a palavra ansiedade tenho comigo algo que está frustrante e automaticamente eu consigo controlar
★★★★★DIA 16.09.25 12h31RESPONDER
N/A

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Flávio Moura

Flávio Moura

Parabéns Eliseu, essa é uma atitude que ajuda bastante e contribui para nossa saúde mental.

★★★★★DIA 17.09.25 10h55RESPONDER
N/A

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Rafa Vitoriano

Rafa Vitoriano

Muito interessante!
★★★★★DIA 16.09.25 12h01RESPONDER
Flávio Moura

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Flávio Moura

Flávio Moura

Obrigado pela sua contribuição Rafa. Eu gostaria de lhe perguntar... o que você via fazer com essa informação a partir de agora?

★★★★★DIA 17.09.25 10h53RESPONDER
N/A

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